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Economize água no banheiro
Feche a torneira enquanto escova os dentes ou faz a barba. Não tome banhos demorados e procure manter o chuveiro fechado enquanto se ensaboa.

 
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Penápolis, 07/02/2012

Quem somos Projetos Fale conosco
 

     A3P - Agenda Ambiental na Administração Pública

 

     Uma das propostas de ação do CEA – Centro de Educação Ambiental, vinculado ao DAEP – Departamento Autônomo de Água e Esgoto de Penápolis, é incentivar programas de combate ao desperdício buscando minimizar os impactos ambientais gerados no local de trabalho, bem como implantar ações educativas junto aos servidores destacando a importância de se preservar o meio ambiente.

 

     O programa A3P - Agenda Ambiental na Administração Pública, proposto pelo Ministério do Meio Ambiente é um convite ao comprometimento pessoal, ao engajamento individual e coletivo e a disposição para a transformação de hábitos, costumes, processos e serviços rumo a sustentabilidade e ao convívio mais fraterno em um ambiente de trabalho com qualidade.

 

     Diante do exposto, a equipe do CEA, tomou a iniciativa de implementar o projeto no departamento com os objetivos de despertar a responsabilidade do servidor público no que se refere ao uso correto dos bens e serviços da administração pública; estimular a busca da qualidade ambiental e desenvolvimento sustentável; combater todas as formas de desperdício de recursos e bens de consumo; organizar a gestão de todos os resíduos gerados; incluir critérios sócio-ambientais nos investimentos, compras e contratações de serviços.

 

 

 inconformidade encontrada - lixo reciclável em saco de lixo orgânico

 

 

 

ação corretiva - criação de lixeira com saco de lixo reciclável

 

     Para implantar a agenda ambiental no DAEP, foram realizadas reuniões com os chefes de setores para apresentação do programa e organização de sua implementação; foi criada uma comissão gestora, envolvendo servidores de diversas áreas do Departamento que realizou o diagnóstico situacional da instituição, onde foram identificados os pontos críticos, e avaliados os impactos ambientais e os desperdícios. Após a realização do diagnóstico, deu inicio uma fase de planejamento integrado, envolvendo o maior número de colaboradores e áreas de trabalho.

 

     Neste planejamento ficaram definidos os projetos e atividades a serem estabelecidos, priorizando ações de maior urgência e implementando atividades.

 

     Foram organizados o monitoramento e a avaliação do desempenho ambiental, identificando falhas e sugerindo pontos de melhoria. Com isto pretende-se promover a melhoria contínua, pela avaliação sistemática, replanejamento, implementação, formação de funcionários e implantação de novas tecnologias propostas realizando treinamentos e disponibilizando recursos físicos e/ou financeiros para sensibilizar os servidores públicos no DAEP e na SME (Secretaria Municipal de Educação) em relação aos aspectos ambientais e de melhoria da qualidade do ambiente de trabalho.

 

     A Secretaria Municipal de Educação tomou conhecimento e mostrou interesse pelo programa e, assim, está recebendo apoio do CEA para sua implantação nas dez EMEFS (Escolas Municipais De Ensino Fundamental).


     Coletivos Educadores na bacia Hidrográfica do Baixo Tietê

     O CEA, sob orientação da DEA (Diretoria de Educação Ambiental) do MMA – Ministério do Meio Ambiente, mentora da proposta de formação, iniciou a formação dos Coletivos Educadores Ambientais na Bacia Hidrográfica do Baixo Tietê, envolvendo diversos segmentos da sociedade, potencializando as ações locais, como formação da população envolvida com educação ambiental para mudanças culturais, sociais, participação na construção de políticas públicas para que tenhamos  sustentabilidade nas propostas de  melhoria da qualidade de vida.

     A constituição do Coletivo Educador de Penápolis e Região está direcionado à formação de EDUCADORES AMBIENTAIS POPULARES em oito micros territórios, seguindo a proximidade de localização, sendo que:

  1. Os mediadores pedagógicos serão escolhidos de acordo com o mapeamento de demanda, considerando o levantamento sócio-ambiental dos respectivos municípios entre os segmentos garantindo a diversidade.
  2. O processo de seleção será de forma não excludente, por sujeitos que sejam residentes nos municípios; que tenham ou demonstrem experiência vivenciada em mobilização e organização popular ou social; que tenham interesse, compromisso e disponibilidade com a temática ambiental.

     Estão sendo realizadas:

  • Oficinas,  seminários,  encontros regionais, divulgação por imprensa falada e escrita, site regional, disponibilizarão dos cardápios locais e regionais, diagnóstico junto às  comunidades dos problemas socioambientais e exploração dos potenciais da região;
  • Realização de levantamentos de lideranças em bairros urbanos e rurais a fim de identificar pessoas para militar na área sócio ambiental junto às suas comunidades sendo: Associação de Produtores Rurais, Usinas, Conselho das Cidades através de seus delegados, Pastorais, ONG, Sindicatos, Vigilância Sanitária, Programa Saúde da Família através de agentes de saúde, Conselho Municipal de Educação, CONDEMAS, etc;
  • Maior participação da população em debates, fóruns, seminários, encontros, etc;
  • Implantação de políticas públicas em saneamento ambiental e meio ambiente;
  • Constituição de uma rede  regional de educação ambiental  sustentável;
  • Potencialização dos cardápios na região;
  • Existência de um diagnóstico situacional ambiental da região;
  • Municípios capacitados para elaboração de projetos socioambiental sustentável;
  • Existência de Projeto Político Pedagógico regional;
  • Projetos de inclusão social.

     RESULTADOS

 

     Até o momento temos resultados parciais, reuniões com os parceiros para expor o programa e as cartas de adesão já foram realizadas juntamente com a DEA (Diretoria de Educação Ambiental) do MMA.

 

     A meta é atingir os 42 municípios que compõem a Bacia Hidrográfica do Baixo Tietê fazendo com que os mesmos se dividam em coletivos entre si, aumentando o alcance da população regional. Este coletivo, que está sendo formado, pretende dividir, através de seus parceiros, métodos para o enraizamento por todo o tecido social na Bacia.

 

     Os resultados esperados apontam para a formulação de políticas públicas nos municípios da bacia para o desenvolvimento da educação ambiental, promovendo o desenvolvimento sustentável dos recursos hídricos, através de saneamento ambiental, manejo conservacionista de solo, recomposição ciliar, participação popular nas ações a serem traçadas e desenvolvidas nos municípios da bacia, fortalecimento dos conselhos municipais, fortalecimento das propostas do CBH-BT junto aos órgãos regionais, estaduais e federais.

 

     Estaremos efetuando indicadores de desempenho para avaliar continuamente o processo implantado em todos os municípios envolvidos e monitorando as possíveis deficiências encontradas e em equipe efetuar uma força tarefa para formas de melhorias no processo.

 

     Com todo este trabalho que será efetuado pretendemos aumentar a participação da comunidade no Comitê de Bacia fortalecendo o grupo da Sociedade civil, tão significativo para o enraizamento de políticas públicas para o desenvolvimento de ações que reflitam na melhoria da qualidade de vida das comunidades.

     Pretendemos fomentar durante e pós processo que as Universidades formadoras adotem ou disponibilizem na sua matriz curricular, disciplinas com conteúdos voltados para a formação de educadores ambientais, saindo do ensino acadêmico para a pratica junto à comunidade.

     CONCLUSÕES

 

     Apesar da complexidade ambiental envolver múltiplas dimensões, verifica-se, atualmente, que muitos modos de fazer e pensar a Educação Ambiental enfatiza ou absolutizam a dimensão ecológica da crise ambiental, como se os problemas ambientais fossem originados independentemente das práticas sociais. Insatisfeitos com esse tipo de reducionismo que ainda conquista muitos adeptos, alguns autores brasileiros criaram novas denominações para renomear a educação que já é adjetiva de “ambiental”, para que a Educação Ambiental seja compreendida não apenas como um instrumento de mudança cultural ou comportamental, mas também como um instrumento de transformação social para se atingir a mudança ambiental.

 

     Para que uma população se comprometa com a conservação, recuperação e melhoria do meio ambiente e com a qualidade de vida, é necessária a construção cotidiana de uma educação ambiental que busca instrumentalizar a comunidade, desde gestores públicos até os munícipes, criando e fortalecendo a participação de foros coletivos, conselhos e instâncias públicas para a troca de idéias e experiências, pactuando propostas e avaliando os seus resultados.

 

     A administração dos riscos sócio-ambientais coloca cada vez mais a necessidade de ampliar o envolvimento público através de iniciativas que possibilitem um aumento do nível de consciência ambiental dos moradores, garantindo a informação e a consolidação institucional de canais abertos para a participação numa perspectiva pluralista.

 

     Acreditamos que a EDUCAÇÃO AMBIENTAL representa a possibilidade de motivar e sensibilizar as pessoas para que transformem as diversas formas de participação em potenciais caminhos de dinamização da sociedade e de concretização de uma proposta de sociabilidade, baseada na educação para a participação.


     Os Investigadores da Natureza

     Este projeto tem como objetivo enriquecer os monitoramentos oferecendo as ferramentas necessárias para que o aluno se torne pesquisador e que no momento do monitoramento ele venha pronto para buscar respostas aos seus questionamentos.

 

     Proposta de metodologia – a saída ao campo como um recurso didático

 

     O professor que pretende utilizar de visitas a campo como um recurso didático  terá que se ater a 3 etapas distintas para que seu trabalho tenha sucesso na aprendizagem de seus alunos

 

     1ª etapa – preparo do aluno para saída a campo

 

     Preparação da atividade (em sala de aula)

 

     Quando se pretende um trabalho de campo  deverá o professor , na sala de aula , envolver seus alunos com o tema a ser abordado. Pode ser textos, filmes, músicas  e outros. Este preparo irá motivá-los e criar um  clima investigativo.

  • Ler e analisar o roteiro de campo com a turma, identificando os pontos de visita
  • Obter informações previa sobre a área a ser estuda – mapas, folder, site do DAEP, cartilhas etc;
  • Levantar problemas que gostariam de investigar e, também  as possíveis respostas esperadas (hipóteses);
  • Certificar-se dos materiais a serem levados para o trabalho de campo: kit analise de água, prancheta, mapa, maquina fotográfica, etc;
  • Organizar os grupos de campo;
  • Escolher um relator das atividades, o qual  fará a apresentação dos resultados obtidos na etapa da conclusão;
  • O professor conduzirá  seus alunos a levantar problemas que gostariam de investigar e, também  as possíveis respostas esperadas (hipóteses).

     2ª etapa – realização da atividade (trabalho de campo)

 

        O aluno deverá ter em mãos um roteiro orientando para a coleta de dados no local. O CEA estará fornecendo uma proposta. O professor poderá adequá-la mediante expectativa  de seus alunos.

 

 

trabalho em campo às margens do Ribeirão Lajeado

 

     3ª etapa – conclusão da atividade (em sala de aula)

 

     Após realizar o trabalho de campo, a turma se reunirá em sala para apresentação e discussão das conclusões. Os problemas e as hipóteses deverão ser confrontados. Organizar a forma de expor o resultado. Ex. relatório dos alunos fazendo a relação das etapas, um desenho, teatro, maquetes, etc.

 

     Enviar ao CEA um resumo das discussões ocorridas, uma avaliação geral dos resultados, uma perspectiva de procedimento para as oportunidades levantadas.


     Conselho Mirim e Agentes Ambientais Escolares

 

     Conselho Mirim

    

     Regulamento:

  • Eleição, de dois em dois anos na rede pública e privada;
  • Eleição de 3 alunos e respectivos suplentes para participarem das ações desenvolvidas pelo DAEP juntamente com o Conselho Deliberativo;
  • Reuniões mensais, sempre na primeira quinta-feira de cada mês.

     Critérios para a eleição do Conselho Mirim:

  • Ter idade entre 12 e 16 anos;
  • Ser estudante;
  • Cada escola escolherá, no máximo, dois candidatos;
  • Documentos exigidos para votação: xerox do R.G.;
  • Votação: alunos da 5º série ao 3º colegial, sendo optativo o voto para os alunos acima de 16 anos.

     Objetivos

  • Participação do processo eleitoral ensinando os alunos escolha democrática;
  • Participação de políticas publicas através de conselhos;
  • O Centro de Educação Ambiental (C.E.A.) formar multiplicadores ambientais.

     Processo eleitoral

  • A escola deverá manifestar o interesse em participar do processo, comunicando, via ofício, o DAEP até a data especificada em correspondência oficial;
  • Os diretores serão convidados a participarem do sorteio no DAEP;
  • As três primeiras sorteadas deverão indicar  seus representantes efetuando a eleição na escola, com o suporte do DAEP;
  • A posse ocorrerá durante as comemorações da Semana do Meio Ambiente.

     Agente Ambiental Escolar

 

     Objetivo: participação dos trabalhos ambientais  desenvolvidos e serem multiplicadores nas escolas e comunidade.

 

     Cada escola deverá escolher dois alunos, sendo um do período da manhã e outro do período da tarde.

 

     Um professor acompanhará o trabalho desenvolvido no CEA e coordenará os trabalhos na escola.

 


     Sala Verde

 

 

     O Projeto Sala Verde foi instalado junto ao Centro de Educação Ambiental, onde recebemos cerca de 500 alunos por mês das redes estadual, municipal e particular, de Penápolis e região.

 

     Funcionando diariamente nas visitas monitoradas que o CEA realiza, a Sala Verde está sendo utilizada para ampliar nossas atividades, antes defasadas por falta de materiais como os que estamos recebendo.

 

 

1ª remessa de livros recebidos

 

     Temos recebido visitas de professores que utilizam os materiais para incrementar suas aulas e ampliar seus conhecimentos, além disso, escolas têm desenvolvido projetos com seus alunos onde eles visitam a Sala Verde, com o intuíto de desenvolver pesquisas na área ambiental.

 

     A divulgação do projeto é feita nos meios de comunicação local sempre que recebemos um novo Kit, o que tem estimulado o interesse e a busca pelos materiais.  Atualmente contamos com acervo de 800 livros a disposição da comunidade.

 

     Desta forma, o projeto do Ministério tem se mostrado efetivo em todas as atividades do CEA, aprimorando os conhecimentos e incentivando novas práticas pedagógicas junto à comunidade local.

 

Projeto Sala Verde - Lista de livros

  • Agenda Ambiental na Administração pública A3P (vídeo);
  • Águas – Subterrâneas;
  • Alternativas para uma política de integração econômica entre os países membros do tratado de cooperação amazônica – TCA;
  • Amazônia fortalecendo capacidades para o desenvolvimento sustentável;
  • Apostila: Competência Municipal para regular o uso do fogo na Amazônia;
  • As Florestas do Amazonas;
  • Avaliação e Ações prioritárias para a Conservação da Biodiversidade das zonas Costeira e Marinha;
  • Berço das Águas do novo milênio;
  • Cartilha Lei dos Crimes Ambientais;
  • Centros de Educação Ambiental no Brasil;
  • Chapadão e Diamantino Contam Histórias de seus amigos;
  • Cidadania e educação Ambiental;
  • Ciência e Tecnologia para Desenvolvimento Sustentável;
  • Comercialização de Produtos Madeireiros da Amazônia 1999 - 2000;
  • Comércio & Meio ambiente;
  • Complexos agro-industriais na Amazônia: a etapa agregada;
  • Conduta Consciente em Ambientes Recifais;
  • Consumo Sustentável – Manual de Educação;
  • Cuidando do Planeta Terra. Uma estratégia para o futuro da vida;
  • Cúpula Mundial sobre desenvolvimento sustentável – Declaração de Joanesburgo e plano de implementação - 2002;
  • Desenvolvimento Sustentável;
  • Detalhamento da metodologia para execução do zonemento Ecológico-econômico pelos estados da Amazônia Legal (em português, inglês e espanhol);
  • Diagnóstico do desenvolvimento do ecoturismo no Pantanal brasileiro;
  • Direito do Meio Ambiente e Participação Popular;
  • Estudos da Amazônia Avaliação de vinte Projetos;
  • Estudos da Mata Atlântica Avaliação de doze Projetos PDA;
  • Formando Com-Vida. Construindo Agenda 21 na escola;
  • Fragmentação de Ecossistemas:
  • Golfinhos do Brasil;
  • Implantação de Tecnologias de Manejo.
  • Inventário – Estações pluviométricas por bacia hidrográfica;
  • Inventário – Estações pluviométricas por estado;
  • Linhas básicas para um programa de desenvolvimento do turismo na Região Amazônica (versão regional);
  • Madeiras Tropicais Brasileiras;
  • Mamíferos Aquáticos do Brasil;
  • Manual de Anilhamento de Aves Silvestres;
  • Manual de Piscicultura Tropical;
  • Manual dos Agentes Ambientais Colaborados;
  • Meio Ambiente e Irrigação;
  • Memória do Workshop sobre desenvolvimento sustentável, trabalho e educação profissional: por um projeto integrado para a Amazônia;
  • Modernização Negociada;
  • Mudando os padrões de Produção e Consumo;
  • Norma para Classificação de madeira Serrada Folhosa;
  • Norma para Medição;
  • O Verão, o inverno e o inverso;
  • Oferta turística da Região Amazônica brasileira;
  • PCA – Amazônia;
  • Perfil Nacional da gestão de substâncias químicas;
  • Plano de desenvolvimento integrado do Vale do Araguari (versão executiva);
  • Plano de desenvolvimento integrado do Vale do Rio Branco (versão executiva);
  • Plano Nacional de Recursos Hídricos;
  • Programa de ações estratégicas para o gerenciamento integrado da bacia do Rio São Francisco e da sua Zona Costeira – Relatório final (material complementar em inglês);
  • Programa de prevenção e controle às queimadas e aos incêndios florestais no arco do desflorestamento – PROARCO;
  • Programa de revitalização ambiental – Baía de Guanabara;
  • Programa nacional de bosques (em inglês e espanhol).
  • Programa Nacional de Educação Ambiental PRONEA – 2ª edição;
  • Rally Ecológico do Rio Araguaia;
  • Recursos hídricos – Conjunto de normas legais;
  • Revista brasileira de educação ambiental;
  • Roteiro Metodológico para elaboração de plano de Manejo para Florestas Nacionais;
  • Rotulagem Ambiental – Base para o Programa Brasileiro;
  • Unidades de conservação no Brasil – Cadastramento e vegetação – 1991/1994;
  • Vamos cuidar do Brasil – Conferência Nacional do Meio Ambiente – Conferência infanto-juvenil para o Meio Ambiente – Deliberações 2003;

 

2ª remessa de livros recebidos

 

     Entende-se por Sala Verde um espaço definido situado dentro de uma Instituição, o qual será dedicado ao delineamento e desenvolvimento de atividades de caráter educacional voltadas à temática ambiental, tendo como uma das principais ferramentas a divulgação e a difusão de publicações sobre Meio Ambiente produzidas e/ou fornecidas pelo Ministério do Meio Ambiente, através do CID Ambiental.

 

     A Sala Verde deve ser visualizada como sendo uma iniciativa que dispõe de uma série de potencialidades, quais sejam: ambientais, culturais, sociais, informacionais, de pesquisa, articuladoras, dentre outras.

 

     A Sala Verde deve ser considerada como um ambiente dinâmico, onde os públicos que a ela se dirigirem poderão fazer leitura, ouvir, acessar e ver documentos, participar de atividades educacionais e de eventos promovidos por ela, dentre outras atividades.

 

     É preciso ressaltar a capacidade articuladora que a Sala Verde apresenta, e salientar que ela pode ser considerada como potencial Centro de Educação Ambiental (CEA), pois tem capacidade de fomentar e de promover processos educacionais voltados à questão ambiental, a partir da disponibilização de informações, da promoção de eventos e de outras atividades de caráter cultural e ambiental.

 

 QUEM LÊ SABE PORQUÊ

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CEA - CENTRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Rua Altino Vaz de Mello, nº 3200, Jardim Santa Terezinha - Penápolis-SP - Telefone: (18) 3652-5309