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Vamos contribuir para a preservação do meio-ambiente

Vamos contribuir para a preservação do meio-ambiente

O CEA – Centro de Educação Ambiental tem o objetivo de sensibilizar para a preservação, conservação e recuperação dos recursos naturais, no sentido de despertar a consciência da população para os graves problemas relacionados à degradação do Meio Ambiente e má utilização dos recursos naturais.

Apresentação

O município de Penápolis (SP), através do DAEP – Departamento Autônomo de Água e Esgoto de Penápolis, criou o CEA – Centro de Educação Ambiental  no ano de 1993, com o objetivo de sensibilizar para a preservação, conservação e recuperação dos recursos naturais, no sentido de despertar a consciência da população para os graves problemas relacionados à degradação do Meio Ambiente e má utilização dos recursos naturais. Para a realização das suas atividades, o CEA mantém  parcerias com várias instituições do município e região.

 

CEA – Ações 

Datas Comemorativas 

Lei municipal nº 1599, de 15 de setembro de 2009 “Institui o calendário oficial de eventos e datas comemorativas do meio ambiente no município de Penápolis”.

22/03 - Dia do Ribeirão Lajeado e Dia Mundial da Água

15/04 - Dia da Conservação do Solo

05/06 - Dia Mundial do Meio Ambiente

01/08 - Dia Municipal da Agricultura Natural

14/08 - Dia do Controle da Poluição

21/09 - Dia da Árvore

22/09 - Dia da Criança Ecológica

Quem Somos

O Departamento Autônomo de Água e Esgoto de Penápolis (DAEP) ao longo de seus anos de existência é preocupado com a qualidade de vida da população penapolense, também, vem investindo na saúde preventiva e executando saneamento básico com seriedade, igualando-se às cidades de primeiro mundo.

Nesse contexto, o DAEP criou o Centro de Educação Ambiental – CEA, responsável pela realização do programa de Educação Ambiental dirigido a toda a rede escolar municipal, estadual e particular, além de atingir a população em geral através de inúmeros eventos educativos que são promovidos no decorrer dos anos.

O CEA executa dentre suas atividades, visitas monitoradas a todo o sistema de saneamento básico do município, visitas à Bacia Hidrográfica do Ribeirão Lajeado, capacitações em educação ambiental para professores e sociedade civil, projetos educacionais voltados à formação de agentes ambientais com o objetivo de serem multiplicadores nas ações, oficinas temáticas e eventos em datas comemorativas.

Tem como objetivo contribuir com a reflexão e conscientização sobre os problemas ambientais e a busca de soluções através de uma interação com a sociedade, procurando sempre abrir espaço para a discussão dos  problemas locais e globais colaborando para a qualidade de vida da população com ações conjuntas da sociedade civil e órgãos governamentais.

OFICINA DE PET
MANEJO DE SOLO
DIA DA CONSERVAÇÃO DO SOLO
OFICINA DE CAPACITAÇÃO COM PROFESSORES
Formulário para agendamento de visita monitorada
Formulário para adesão aos projetos do CEA

Projetos

A3P - Agenda Ambiental na Administração Pública

Uma das propostas de ação do CEA – Centro de Educação Ambiental, vinculado ao DAEP – Departamento Autônomo de Água e Esgoto de Penápolis, é incentivar programas de combate ao desperdício buscando minimizar os impactos ambientais gerados no local de trabalho, bem como implantar ações educativas junto aos servidores destacando a importância de se preservar o meio ambiente.


O programa A3P - Agenda Ambiental na Administração Pública, proposto pelo Ministério do Meio Ambiente é um convite ao comprometimento pessoal, ao engajamento individual e coletivo e a disposição para a transformação de hábitos, costumes, processos e serviços rumo a sustentabilidade e ao convívio mais fraterno em um ambiente de trabalho com qualidade.


Diante do exposto, a equipe do CEA, tomou a iniciativa de implementar o projeto no departamento com os objetivos de despertar a responsabilidade do servidor público no que se refere ao uso correto dos bens e serviços da administração pública; estimular a busca da qualidade ambiental e desenvolvimento sustentável; combater todas as formas de desperdício de recursos e bens de consumo; organizar a gestão de todos os resíduos gerados; incluir critérios sócio-ambientais nos investimentos, compras e contratações de serviços.


Para implantar a agenda ambiental no DAEP, foram realizadas reuniões com os chefes de setores para apresentação do programa e organização de sua implementação; foi criada uma comissão gestora, envolvendo servidores de diversas áreas do Departamento que realizou o diagnóstico situacional da instituição, onde foram identificados os pontos críticos, e avaliados os impactos ambientais e os desperdícios. Após a realização do diagnóstico, deu inicio uma fase de planejamento integrado, envolvendo o maior número de colaboradores e áreas de trabalho.


Neste planejamento ficaram definidos os projetos e atividades a serem estabelecidos, priorizando ações de maior urgência e implementando atividades.


Foram organizados o monitoramento e a avaliação do desempenho ambiental, identificando falhas e sugerindo pontos de melhoria. Com isto pretende-se promover a melhoria contínua, pela avaliação sistemática, replanejamento, implementação, formação de funcionários e implantação de novas tecnologias propostas realizando treinamentos e disponibilizando recursos físicos e/ou financeiros para sensibilizar os servidores públicos no DAEP e na SME (Secretaria Municipal de Educação) em relação aos aspectos ambientais e de melhoria da qualidade do ambiente de trabalho.


A Secretaria Municipal de Educação tomou conhecimento e mostrou interesse pelo programa e, assim, está recebendo apoio do CEA para sua implantação nas dez EMEFS (Escolas Municipais De Ensino Fundamental).

Coletivos Educadores na bacia Hidrográfica do Baixo Tietê

O CEA, sob orientação da DEA (Diretoria de Educação Ambiental) do MMA – Ministério do Meio Ambiente, mentora da proposta de formação, iniciou a formação dos Coletivos Educadores Ambientais na Bacia Hidrográfica do Baixo Tietê, envolvendo diversos segmentos da sociedade, potencializando as ações locais, como formação da população envolvida com educação ambiental para mudanças culturais, sociais, participação na construção de políticas públicas para que tenhamos  sustentabilidade nas propostas de  melhoria da qualidade de vida.


A constituição do Coletivo Educador de Penápolis e Região está direcionado à formação de EDUCADORES AMBIENTAIS POPULARES em oito micros territórios, seguindo a proximidade de localização, sendo que:

  1. Os mediadores pedagógicos serão escolhidos de acordo com o mapeamento de demanda, considerando o levantamento sócio-ambiental dos respectivos municípios entre os segmentos garantindo a diversidade.
  2. O processo de seleção será de forma não excludente, por sujeitos que sejam residentes nos municípios; que tenham ou demonstrem experiência vivenciada em mobilização e organização popular ou social; que tenham interesse, compromisso e disponibilidade com a temática ambiental.

Estão sendo realizadas:

  • Oficinas,  seminários,  encontros regionais, divulgação por imprensa falada e escrita, site regional, disponibilizarão dos cardápios locais e regionais, diagnóstico junto às  comunidades dos problemas socioambientais e exploração dos potenciais da região;
  • Realização de levantamentos de lideranças em bairros urbanos e rurais a fim de identificar pessoas para militar na área sócio ambiental junto às suas comunidades sendo: Associação de Produtores Rurais, Usinas, Conselho das Cidades através de seus delegados, Pastorais, ONG, Sindicatos, Vigilância Sanitária, Programa Saúde da Família através de agentes de saúde, Conselho Municipal de Educação, CONDEMAS, etc;
  • Maior participação da população em debates, fóruns, seminários, encontros, etc;
  • Implantação de políticas públicas em saneamento ambiental e meio ambiente;
  • Constituição de uma rede  regional de educação ambiental  sustentável;
  • Potencialização dos cardápios na região;
  • Existência de um diagnóstico situacional ambiental da região;
  • Municípios capacitados para elaboração de projetos socioambiental sustentável;
  • Existência de Projeto Político Pedagógico regional;
  • Projetos de inclusão social.


RESULTADOS

Até o momento temos resultados parciais, reuniões com os parceiros para expor o programa e as cartas de adesão já foram realizadas juntamente com a DEA (Diretoria de Educação Ambiental) do MMA.

A meta é atingir os 42 municípios que compõem a Bacia Hidrográfica do Baixo Tietê fazendo com que os mesmos se dividam em coletivos entre si, aumentando o alcance da população regional. Este coletivo, que está sendo formado, pretende dividir, através de seus parceiros, métodos para o enraizamento por todo o tecido social na Bacia.

Os resultados esperados apontam para a formulação de políticas públicas nos municípios da bacia para o desenvolvimento da educação ambiental, promovendo o desenvolvimento sustentável dos recursos hídricos, através de saneamento ambiental, manejo conservacionista de solo, recomposição ciliar, participação popular nas ações a serem traçadas e desenvolvidas nos municípios da bacia, fortalecimento dos conselhos municipais, fortalecimento das propostas do CBH-BT junto aos órgãos regionais, estaduais e federais.

Estaremos efetuando indicadores de desempenho para avaliar continuamente o processo implantado em todos os municípios envolvidos e monitorando as possíveis deficiências encontradas e em equipe efetuar uma força tarefa para formas de melhorias no processo.

Com todo este trabalho que será efetuado pretendemos aumentar a participação da comunidade no Comitê de Bacia fortalecendo o grupo da Sociedade civil, tão significativo para o enraizamento de políticas públicas para o desenvolvimento de ações que reflitam na melhoria da qualidade de vida das comunidades.

Pretendemos fomentar durante e pós processo que as Universidades formadoras adotem ou disponibilizem na sua matriz curricular, disciplinas com conteúdos voltados para a formação de educadores ambientais, saindo do ensino acadêmico para a pratica junto à comunidade.


CONCLUSÕES

Apesar da complexidade ambiental envolver múltiplas dimensões, verifica-se, atualmente, que muitos modos de fazer e pensar a Educação Ambiental enfatiza ou absolutizam a dimensão ecológica da crise ambiental, como se os problemas ambientais fossem originados independentemente das práticas sociais. Insatisfeitos com esse tipo de reducionismo que ainda conquista muitos adeptos, alguns autores brasileiros criaram novas denominações para renomear a educação que já é adjetiva de “ambiental”, para que a Educação Ambiental seja compreendida não apenas como um instrumento de mudança cultural ou comportamental, mas também como um instrumento de transformação social para se atingir a mudança ambiental.

Para que uma população se comprometa com a conservação, recuperação e melhoria do meio ambiente e com a qualidade de vida, é necessária a construção cotidiana de uma educação ambiental que busca instrumentalizar a comunidade, desde gestores públicos até os munícipes, criando e fortalecendo a participação de foros coletivos, conselhos e instâncias públicas para a troca de idéias e experiências, pactuando propostas e avaliando os seus resultados.

A administração dos riscos sócio-ambientais coloca cada vez mais a necessidade de ampliar o envolvimento público através de iniciativas que possibilitem um aumento do nível de consciência ambiental dos moradores, garantindo a informação e a consolidação institucional de canais abertos para a participação numa perspectiva pluralista.

Acreditamos que a EDUCAÇÃO AMBIENTAL representa a possibilidade de motivar e sensibilizar as pessoas para que transformem as diversas formas de participação em potenciais caminhos de dinamização da sociedade e de concretização de uma proposta de sociabilidade, baseada na educação para a participação.

Os Investigadores da Natureza

Este projeto tem como objetivo enriquecer os monitoramentos oferecendo as ferramentas necessárias para que o aluno se torne pesquisador e que no momento do monitoramento ele venha pronto para buscar respostas aos seus questionamentos.

Proposta de metodologia – a saída ao campo como um recurso didático

O professor que pretende utilizar de visitas a campo como um recurso didático  terá que se ater a 3 etapas distintas para que seu trabalho tenha sucesso na aprendizagem de seus alunos

1ª etapa – preparo do aluno para saída a campo

Preparação da atividade (em sala de aula)

Quando se pretende um trabalho de campo  deverá o professor , na sala de aula , envolver seus alunos com o tema a ser abordado. Pode ser textos, filmes, músicas  e outros. Este preparo irá motivá-los e criar um  clima investigativo.

  • Ler e analisar o roteiro de campo com a turma, identificando os pontos de visita
  • Obter informações previa sobre a área a ser estuda – mapas, folder, site do DAEP, cartilhas etc;
  • Levantar problemas que gostariam de investigar e, também  as possíveis respostas esperadas (hipóteses);
  • Certificar-se dos materiais a serem levados para o trabalho de campo: kit analise de água, prancheta, mapa, maquina fotográfica, etc;
  • Organizar os grupos de campo;
  • Escolher um relator das atividades, o qual  fará a apresentação dos resultados obtidos na etapa da conclusão;
  • O professor conduzirá  seus alunos a levantar problemas que gostariam de investigar e, também  as possíveis respostas esperadas (hipóteses).


2ª etapa – realização da atividade (trabalho de campo)

O aluno deverá ter em mãos um roteiro orientando para a coleta de dados no local. O CEA estará fornecendo uma proposta. O professor poderá adequá-la mediante expectativa  de seus alunos.
 

3ª etapa – conclusão da atividade (em sala de aula)

Após realizar o trabalho de campo, a turma se reunirá em sala para apresentação e discussão das conclusões. Os problemas e as hipóteses deverão ser confrontados. Organizar a forma de expor o resultado. Ex. relatório dos alunos fazendo a relação das etapas, um desenho, teatro, maquetes, etc.

Enviar ao CEA um resumo das discussões ocorridas, uma avaliação geral dos resultados, uma perspectiva de procedimento para as oportunidades levantadas.

Conselho Mirim e Agentes Ambientais Escolares

Conselho Mirim

Regulamento:

  • Eleição, de dois em dois anos na rede pública e privada;
  • Eleição de 3 alunos e respectivos suplentes para participarem das ações desenvolvidas pelo DAEP juntamente com o Conselho Deliberativo;
  • Reuniões mensais, sempre na primeira quinta-feira de cada mês.

Critérios para a eleição do Conselho Mirim:

  • Ter idade entre 12 e 16 anos;
  • Ser estudante;
  • Cada escola escolherá, no máximo, dois candidatos;
  • Documentos exigidos para votação: xerox do R.G.;
  • Votação: alunos da 5º série ao 3º colegial, sendo optativo o voto para os alunos acima de 16 anos.

Objetivos

  • Participação do processo eleitoral ensinando os alunos escolha democrática;
  • Participação de políticas publicas através de conselhos;
  • O Centro de Educação Ambiental (C.E.A.) formar multiplicadores ambientais.

Processo eleitoral

  • A escola deverá manifestar o interesse em participar do processo, comunicando, via ofício, o DAEP até a data especificada em correspondência oficial;
  • Os diretores serão convidados a participarem do sorteio no DAEP;
  • As três primeiras sorteadas deverão indicar  seus representantes efetuando a eleição na escola, com o suporte do DAEP;
  • A posse ocorrerá durante as comemorações da Semana do Meio Ambiente.


Agente Ambiental Escolar

Objetivo: participação dos trabalhos ambientais  desenvolvidos e serem multiplicadores nas escolas e comunidade.

Cada escola deverá escolher dois alunos, sendo um do período da manhã e outro do período da tarde.

Um professor acompanhará o trabalho desenvolvido no CEA e coordenará os trabalhos na escola.

Sala Verde

O Projeto Sala Verde foi instalado junto ao Centro de Educação Ambiental, onde recebemos cerca de 500 alunos por mês das redes estadual, municipal e particular, de Penápolis e região. Funcionando diariamente nas visitas monitoradas que o CEA realiza, a Sala Verde está sendo utilizada para ampliar nossas atividades, antes defasadas por falta de materiais como os que estamos recebendo.

Temos recebido visitas de professores que utilizam os materiais para incrementar suas aulas e ampliar seus conhecimentos, além disso, escolas têm desenvolvido projetos com seus alunos onde eles visitam a Sala Verde, com o intuíto de desenvolver pesquisas na área ambiental.

A divulgação do projeto é feita nos meios de comunicação local sempre que recebemos um novo Kit, o que tem estimulado o interesse e a busca pelos materiais.  Atualmente contamos com acervo de 800 livros a disposição da comunidade.

Desta forma, o projeto do Ministério tem se mostrado efetivo em todas as atividades do CEA, aprimorando os conhecimentos e incentivando novas práticas pedagógicas junto à comunidade local.


Projeto Sala Verde - Lista de livros

  • Agenda Ambiental na Administração pública A3P (vídeo);
  • Águas – Subterrâneas;
  • Alternativas para uma política de integração econômica entre os países membros do tratado de cooperação amazônica – TCA;
  • Amazônia fortalecendo capacidades para o desenvolvimento sustentável;
  • Apostila: Competência Municipal para regular o uso do fogo na Amazônia;
  • As Florestas do Amazonas;
  • Avaliação e Ações prioritárias para a Conservação da Biodiversidade das zonas Costeira e Marinha;
  • Berço das Águas do novo milênio;
  • Cartilha Lei dos Crimes Ambientais;
  • Centros de Educação Ambiental no Brasil;
  • Chapadão e Diamantino Contam Histórias de seus amigos;
  • Cidadania e educação Ambiental;
  • Ciência e Tecnologia para Desenvolvimento Sustentável;
  • Comercialização de Produtos Madeireiros da Amazônia 1999 - 2000;
  • Comércio & Meio ambiente;
  • Complexos agro-industriais na Amazônia: a etapa agregada;
  • Conduta Consciente em Ambientes Recifais;
  • Consumo Sustentável – Manual de Educação;
  • Cuidando do Planeta Terra. Uma estratégia para o futuro da vida;
  • Cúpula Mundial sobre desenvolvimento sustentável – Declaração de Joanesburgo e plano de implementação - 2002;
  • Desenvolvimento Sustentável;
  • Detalhamento da metodologia para execução do zonemento Ecológico-econômico pelos estados da Amazônia Legal (em português, inglês e espanhol);
  • Diagnóstico do desenvolvimento do ecoturismo no Pantanal brasileiro;
  • Direito do Meio Ambiente e Participação Popular;
  • Estudos da Amazônia Avaliação de vinte Projetos;
  • Estudos da Mata Atlântica Avaliação de doze Projetos PDA;
  • Formando Com-Vida. Construindo Agenda 21 na escola;
  • Fragmentação de Ecossistemas:
  • Golfinhos do Brasil;
  • Implantação de Tecnologias de Manejo.
  • Inventário – Estações pluviométricas por bacia hidrográfica;
  • Inventário – Estações pluviométricas por estado;
  • Linhas básicas para um programa de desenvolvimento do turismo na Região Amazônica (versão regional);
  • Madeiras Tropicais Brasileiras;
  • Mamíferos Aquáticos do Brasil;
  • Manual de Anilhamento de Aves Silvestres;
  • Manual de Piscicultura Tropical;
  • Manual dos Agentes Ambientais Colaborados;
  • Meio Ambiente e Irrigação;
  • Memória do Workshop sobre desenvolvimento sustentável, trabalho e educação profissional: por um projeto integrado para a Amazônia;
  • Modernização Negociada;
  • Mudando os padrões de Produção e Consumo;
  • Norma para Classificação de madeira Serrada Folhosa;
  • Norma para Medição;
  • O Verão, o inverno e o inverso;
  • Oferta turística da Região Amazônica brasileira;
  • PCA – Amazônia;
  • Perfil Nacional da gestão de substâncias químicas;
  • Plano de desenvolvimento integrado do Vale do Araguari (versão executiva);
  • Plano de desenvolvimento integrado do Vale do Rio Branco (versão executiva);
  • Plano Nacional de Recursos Hídricos;
  • Programa de ações estratégicas para o gerenciamento integrado da bacia do Rio São Francisco e da sua Zona Costeira – Relatório final (material complementar em inglês);
  • Programa de prevenção e controle às queimadas e aos incêndios florestais no arco do desflorestamento – PROARCO;
  • Programa de revitalização ambiental – Baía de Guanabara;
  • Programa nacional de bosques (em inglês e espanhol).
  • Programa Nacional de Educação Ambiental PRONEA – 2ª edição;
  • Rally Ecológico do Rio Araguaia;
  • Recursos hídricos – Conjunto de normas legais;
  • Revista brasileira de educação ambiental;
  • Roteiro Metodológico para elaboração de plano de Manejo para Florestas Nacionais;
  • Rotulagem Ambiental – Base para o Programa Brasileiro;
  • Unidades de conservação no Brasil – Cadastramento e vegetação – 1991/1994;
  • Vamos cuidar do Brasil – Conferência Nacional do Meio Ambiente – Conferência infanto-juvenil para o Meio Ambiente – Deliberações 2003;
 

Entende-se por Sala Verde um espaço definido situado dentro de uma Instituição, o qual será dedicado ao delineamento e desenvolvimento de atividades de caráter educacional voltadas à temática ambiental, tendo como uma das principais ferramentas a divulgação e a difusão de publicações sobre Meio Ambiente produzidas e/ou fornecidas pelo Ministério do Meio Ambiente, através do CID Ambiental.

A Sala Verde deve ser visualizada como sendo uma iniciativa que dispõe de uma série de potencialidades, quais sejam: ambientais, culturais, sociais, informacionais, de pesquisa, articuladoras, dentre outras.

A Sala Verde deve ser considerada como um ambiente dinâmico, onde os públicos que a ela se dirigirem poderão fazer leitura, ouvir, acessar e ver documentos, participar de atividades educacionais e de eventos promovidos por ela, dentre outras atividades.

É preciso ressaltar a capacidade articuladora que a Sala Verde apresenta, e salientar que ela pode ser considerada como potencial Centro de Educação Ambiental (CEA), pois tem capacidade de fomentar e de promover processos educacionais voltados à questão ambiental, a partir da disponibilização de informações, da promoção de eventos e de outras atividades de caráter cultural e ambiental.

Circuito Tela Verde

 

Mostra de Vídeos do Circuito Tela Verde com o intuito de discutir desafios e propostas para questões socioambientais, bem como divulgar e estimular atividades de Educação Ambiental, por meio da linguagem audiovisual, contribuindo com a construção de valores culturais voltados à sustentabilidade. Esse vídeos fazem parte do acervo da Sala Verde, Projeto parceria do Ministério do Meio Ambiente, do CEA e podem ser emprestados a outros grupos e instituições interessadas, basta agendar com o CEA.

 

A cidade que queremos

Esse projeto tem por objetivo sensibilizar a população dos bairros, empresas e comércio para o descarte correto dos resíduos sólidos, contribuindo com a preservação do meio ambiente para uma cidade mais limpa.

Em seu início, houve uma divisão do mapa da cidade por bairros para desenvolvimento de ações planejadas pela Equipe do CEA visando, descarte correto dos resíduos sólidos dos bairros por parte da população.

Fórum Infanto-Juvenil

Desde 2013 foi criado o Fórum Infanto-Juvenil com o objetivo de envolver os jovens para discussão de temas ambientais de forma que eles sejam protagonistas em suas escolas e comunidade para mudança de comportamento e atitude em relação ao meio ambiente.

Neste Fórum acontecem levantamentos de propostas para melhoria da cidade relacionadas aos temas ambientias, eleição de alunos representantes do Conselho Mirim estimulando o exercício da cidadania, e momentos para expressão artístico-criativa.

O Fórum acontece a cada dois anos, paralelo ao Fórum de Saneamento e Meio Ambiente realizado pelo DAEP.

Meta 180

Com início em setembro de 2014, o projeto Meta 180 tem o objetivo de reduzir o consumo de água, incentivando atingir a meta de 180 litros de água por pessoa/dia nos domicilios que aderirem ao projeto. Para a ONU (Organização das Nações Unidas) considera que o consumo ideal diário por habitante é de 110 litros/dia.
Para atingir esse objetivo,  foram instalados em 1 quarteirão do Mutirão (Rua Inácio Alves Penteado - 23 residências), 1 creche, na sede da Terceira Idade e em 1 quarteirão da Village (Rua das Palmeiras - 10 residências) redutores de vazão que leva a uma perda de carga localizada no sistema que resulta na redução de vazão.
É recomendado para áreas da edificação que apresentem pressão elevada. Estes dispositivos mantêm a vazão constante em uma faixa de pressão, reduzindo o volume de água que sai no ponto de consumo, como por  exemplo nas torneiras.
A vantagem é que a vazão permanece constante dentro de uma faixa de pressão.
Inicialmente identificou-se o bairro que apresentou maior consumo de água, selecionando 2 quarteirões destes bairros. Foi realizada uma pesquisa de campo onde, os moradores selecionados responderam questões relacionadas ao uso racional da água, prestando esclarecimentos necessários acerca do beneficios que a instalação deste medidor de vazão pode auxiliar no consumo de água do imóvel.
Para a instalação do medidor de vazão, o proprietário da residência assinou um Termo de Adesão, onde o mesmo obteve a ciencia que toda mão de obra e materiais necessários seriam por conta do DAEP. A partir daí os redutores foram instalados nas residências.
O DAEP vem realizando o monitoramento do consumo por meio do setor de Rendas, visando a constatação da eficácia do método para redução do consumo de água ( a cada ciclo de leitura realizado). 
 

 

 

 

 


 

Projeto Horta Orgânica

O projeto Horta Orgânica consiste em incentivar alunos do 1º  ano, com idade entre 6 e 7 anos a  consumirem legumes e verduras naturais, sem agrotóxicos, melhorando nossa saúde e consequentemente nosso desenvolvimento. Para isso, foi montado no CEA (Centro de Educação Ambiental) dois canteiros com várias espécies de legumes, verduras e fruto como: alface, almeirão, couve, salsa, cenoura, rabanete, rúcula, beterraba e tomate. Os alunos visitam essa horta, regam e levantam vários questionamentos pertinentes, após a visitação de forma lúdica,  através de brincadeiras os alunos experimentam legumes e verduras naturais, no preparo de receitas e bebidas como sucos e vitaminas. 
Incentivamos eles realizarem uma horta em suas casas de forma simples em vasos, pequenos canteiros ou suspensas com pet's, o importante é a certeza de uma alimentação saudável.
Mostramos também o Composto Orgânico, resultado da decomposição de folhas e cascas, expostos ao ar livre. Esse composto é rico em vitaminas que aduba a terra, sem contaminá-la, proporcionando verduras e legumes sadios. 

 

Monitoramentos

Visita monitorada, levando alunos, professores e cidadãos preocupados com o meio ambiente, a conhecer ações ambientais realizadas pelo DAEP. As visitas são divididas em temas: Água e Estação de Tratamento de Esgoto/ Resíduos Sólidos/ Bacia Hidrográfica do Ribeirão lajeado. Todas as atividades são divididas por faixa etária e área de interesse.

Agendamento:

Devem ser agendadas pelo telefone (18) 3652 – 5309 ou pelo e-mail cea@daep.com.br

Horário de Atendimento: Das 7h às 17h

Endereço: Rua Altino Vaz de Mello, 3200 – Santa Terezinha

 

Visita ao Itinerário do saneamento Básico:

Tema: Água

Inclui  visita ao Centro de Educação ambiental, Captação de Água às margens do Ribeirão Lajeado, Estação de Tratamento da Água, Lagoas de Tratamento de Esgoto e retorno ao CEA.

         

 

Tema: Resíduos Sólidos

Inclui visita à Central de Tratamento de Resíduos ( Aterro Sanitário, Resíduos de Serviços de Saúde – RSS – Autoclave) , Cooperativa dos Recicladores de Penápolis – CORPE e Centro de Educação Ambiental.

          

 

Visita à Bacia Hidrográfica do Ribeirão Lajeado

Consiste na visita monitorada até a nascente do Ribeirão Lajeado, no município em Alto Alegre, para visualizar as ações de manejo de Solo que incluem bacias coletoras de águas pluviais, os populares “camaleões” e os reflorestamentos realizados pelo Consórcio Intermunicipal Ribeirão Lajeado, parceiro de todas as atividades do Centro de Educação Ambiental e do DAEP.

        

 

 

FOTOS

Oficinas temáticas:

 

Oficinas com Materiais Recicláveis

 

                      

 

Oficina de Papel Artesanal

 

                     

 

 

O professor pode agendar a oficina a ser realizada na escola ou no CEA pelo telefone (18) 3652 – 5309.

 Duração da atividade: 2h

 
 

Entre em contato com a CEA: cea@daep.com.br (18) 3652-5309